Primeiro Fórum Regional da Juventude Negra, Quilombola e Indígena
O Ponto de Cultura Ylê Asé Aganju Sola Mawur teve a honra de participar do Primeiro Fórum Regional da Juventude Negra, Quilombola e Indígena, um evento que promoveu um espaço de diálogo e reflexão sobre as ancestralidades e os desafios enfrentados por essas comunidades. Nesse contexto, oferecemos uma oficina especial sobre ervas sagradas e suas tecnologias, com um enfoque no poder feminino e na política.
6/15/20261 min read


A Oficina: Ervas Sagradas e Poder Feminino
A oficina, conduzida pelo sacerdote ossannhista, babalorixá e juremeiro Oloirê Costa, proporcionou uma experiência rica e transformadora. Oloirê, com sua vasta sabedoria e conexão com as tradições, guiou os participantes em uma jornada pela importância das ervas sagradas nas práticas de cura e espiritualidade.
Durante a atividade, os participantes aprenderam sobre a medicinalidade das ervas, suas propriedades e como utilizá-las em rituais e práticas diárias. Oloirê destacou como esse conhecimento ancestral é fundamental para o empoderamento da mulher, especialmente nas comunidades afro-brasileiras, onde as mulheres desempenham um papel central na preservação das tradições e na transmissão de saberes.
O Poder Feminino e a Política
Um dos pontos altos da oficina foi a ênfase no poder feminino e como ele se entrelaça com as questões políticas que afetam a juventude negra, quilombola e indígena. Oloirê Costa compartilhou histórias inspiradoras de mulheres que, através do conhecimento das ervas e da espiritualidade, têm se tornado agentes de transformação em suas comunidades.
A oficina não apenas ressaltou a força das mulheres, mas também abordou a importância da política na luta por direitos e justiça social. Os participantes foram encorajados a refletir sobre seu papel na sociedade e a importância de se unirem em torno de suas identidades e ancestralidades.
Um Espaço de Conexão e Aprendizado
A participação do Ponto de Cultura Ylê Asé Aganju Sola Mawurê nesse fórum foi uma oportunidade valiosa para fortalecer laços entre as juventudes e promover o diálogo sobre as práticas ancestrais. A oficina sobre ervas sagradas não só contribuiu para a preservação do conhecimento ancestral, mas também ofereceu um espaço seguro para que as vozes da juventude pudessem ser ouvidas e valorizadas.
Ao final do evento, os participantes saíram não apenas com novos conhecimentos, mas também com um senso renovado de pertencimento e empoderamento. O Ponto de Cultura Ylê Asé Aganju Sola Mawurê reafirma seu compromisso em promover a cultura afro-brasileira, a espiritualidade e a força da juventude, sempre buscando caminhos para a resistência e a celebração das tradições.
Esse evento foi mais uma demonstração de que, juntos, podemos construir um futuro mais justo e igualitário, onde as vozes de todos sejam respeitadas e celebradas.